sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Quase 50 linhas

Ajudem-me nisto: porque é que há bloggers que dedicam um post de quase 50 linhas a dizer mal de outros bloggers?
É que eu sou nova nestas coisas e não percebo...
Se eu visito alguns blogs que têm fotos dos modelitos das suas autoras, não fico incomodada. Não me sinto acéfala, nem mais estúpida, nem mais fútil. Até gosto. Sou curiosa e acho de uma frontalidade brutal as pessoas mostrarem-se como são. Narcisistas? Não sei. Mas se é isso que leva algumas delas a porem os seus outfits na blogosfera, continuem babes. Eu agradeço!

Para quem não gosta, e está interessado em temas mais profundos e controversos, recomendo os blogs do Expresso ou do Público. Ah, e parem de visitar os outros.

Pobreza Honesta

Epá, se alguém ler isto, desculpe. Mas é um desabafo, e eu tenho que evitar as tais comichões no hipotálamo.
Porque é que as pessoas insistem em comprar artigos de contrafacção? Para terem uma mala Carolina IIerrera?! Sim, dois II, não um H. Ou uma Louis Xuitton?!
Cada um sabe de si, é verdade. Se não me pedirem dinheiro para comprar os artigos, eu não tenho nada a ver com isso. Mas acho rídiculo.
Porque se o que querem é uma mala, há muitas giras na Parfois, na H&M e na Claire's a preços jeitosos. Se o que querem, por outro lado são logotipos, é uma Prada ou uma Vuitton ou uma Chanel, casem bem, tenham pais ricos ou trabalhem até aos ossos. Ou façam como eu, sonhem e pedinchem!
Eu também adorava ter uma Birkin, uma Speedy, uma 2.55. Mas não tenho dinheiro para isso. Por isso tenho malinhas muito bonitinhas da Mango e da H&M e da Parfois.
Agora, convenhamos, comprar uma CII, ou uma LX é mau demais. Mesmo que, volto a dizer, eu nada tenha a ver com isso, acho triste. Porque se é para enganar os tontinhos que não percebem nada de marcas, não faz sentido, porque eles não estão nem aí. Se é para mostrar a quem percebe de marcas, estão a fazer figura de parvos, porque vê-se à légua que é falso.
Já para não falar que, ao que parece, isso das contrafacções é negócio que alimenta outros, ainda menos recomendáveis.
Be poor but be honest!

Olhem que LINDA!!!!



Digam lá que não é, indiscutivelmente, a boneca mais linda de sempre. Chama-se Camille, é uma Corolle e sempre a quis ter, desde que me conheço como gente.
Estas bonecas lindas cheiram levemente a baunilha e têm todas expressões diferentes. A Camille tem ar de má, ou zangada, ou mete nojinho. E eu gosto dela assim! Adoro achar que tem uma cara parecida com a que eu faço! 
A minha não vinha com esta roupa da foto, mas é possível comprar mil e uma roupinhas para as Corolles.

Obrigada a Ti. Foi uma surpresa mesmo boa. Especialmente por ter vindo de ti. Mister Diplomacia oferece boneca a Miss Mimi. (já foste promovido, é o que te digo!)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

As Ninjas da Blogosfera

Para caso um dia a memória me falhe, deixo esta note to self:

Os blogs da Pipoca Mais Doce, Cóco na Fralda e A Melhor Amiga da Barbie são do melhorzinho que por aí já se leu. Três registos completamente diferentes, três Senhoras com boa onda, bloggam nas horas!
Coração na ponta dos dedos e muita massa encefálica dentro daqueles cérebros.

Parabéns às três e desculpem tod@s @s outr@s bloggers, mas a minha mãe ensinou-me a dizer sempre a verdade. E deixo a devida ressalva que não conheço todos os blogs do Mundo, mas das largas dezenas que já visitei, aqueles são Ninjas da Blogosfera.

Só para desanuviar




Bem sei que ninguém passa aqui pela baiúca, mas apetece-me fazer um post fútil para daqui a uns tempos me lembrar do que usava por estes dias.

Cremes:
Na cara tenho andado a pôr uns da Lierac, que eram oferta na Telva do mês passado. São anti manchas e específicos para dia e noite. O de dia tem SPF 30 mas cheira um bocado a homem. Têm texturas fantásticas, e bem sei que o cheiro não interessa nada (antes pelo contrário) mas chateia-me. Como eram amostras e eu gosto da marca, quis experimentar. Pele lisa, com muito menos marcas (manchas não tenho, mas as borbulhas melhoraram bastante). Problema: não creio que se vendam em Portugal...
No corpo ponho o Nivea Q10. O cheiro é delicioso, como quase todos os Niveas. Cheira a lavado, a fresco, hidrata, acalma e parece que é refirmante.
Perfumes:
Oscilo entre o Eau d'Issey Florale, o Diesel Fuel for Life Unlimited e uma Eau da Caudalie.
Rimel (não me lixem com a máscara de pestanas, para mim é rímel!): Bourjois, ÓP-TI-MO, chama-se Liner Effect. Separa, alonga e curva as pestanas. Parece anúncio mas é verdade!
Baton: Bourjois também. Sou muito básica nas cores e adoro nudes. Mas para não parecer que estou morta tenho que ter muito cuidado. Este Rose Innocence é discreto e saudável. Da linha Sweet Kiss.
Corrector: Bourjois (epá, e não me pagam para isto, ahn? os tipos são mesmo bons e baratos) Healthy Mix. Tapa muito bem as desgraças, não fica tipo betume e não seca a pele dos olhos. O da Cibelle secava imenso...
Base: L'Oréal Perfect Match. Não se nota que a temos na cara, a não ser para o bem. Já usei montes de bases, incluindo Clinique e Chanel e adoro esta da L'Oréal.
Pó Bronzeador: L'Oréal Glam Bronze Duo para Peles Claras. Faz o que queremos que faça. Se pomos pouco dá um jeitinho, se pomos um bocadinho mais dá um jeitão!
Blush (para quando já não houver tanto sol e, claro, menos fake tan): Pérolas Giordani Gold da Oriflame. Bolinhas rosadas, douradas, acastanhadas e misturadas que dão um arzinho de saúde. Foi a mamacita que ofereceu já há uns anos e agora compro a recarga sempre que acaba.

E pronto, estes são os everyday products. Um dia venho aqui perder tempo a falar de vernizes. Ou sapatos. Ou calças de ganga, que amo!

Queira Deus...

... que eu um dia venha aqui postar qualquer coisa alegre.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Não faz Tic Tac



De há uns tempos para cá a minha vida faz sempre tic tac. Parece que tenho sempre este barulho na cabeça. O relógio biológico dos 30 anos, a bomba relógio que é o meu mau feitio, o relógio da vida que não pára e já marca mais de 6 meses...
Não posso fazer nada quanto a tudo isto, mas posso acabar com o barulho!

Quero ter um filho, não ter razões para o mau feitio e ver calmamente a vida passar em muitas multiplicações de 6 meses. Para isso preciso de várias coisas, mas acho que podemos começar por aqui e acabamos com o tic tac. Dás-me? Recomeçamos com este pequeno passo.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nem sei...

Hoje está a ser um dia prodigioso em termos de posts. Passei alguns dias sem escrever nada e hoje já vou no terceiro post.
Há dias assim, em que o cérebro funciona mais e mais claramente.
E o meu cérebro hoje está em modo auto clean. Ou seja, estou a limpar ideias, a arrumá-las. Não que me tenha disposto a isso. Simplesmente aconteceu. No caminho para o trabalho. A meio do cigarro matinal. Depois de almoço. Foi acontecendo.
De manhã só pensava no sono que tinha e na pouca vontade de sair de dentro do edredon. Pela primeiríssima vez na minha vida, senti-me dura, menos capaz de rir ou chorar. Eu que sempre me recusei a endurecer com a vida, sempre quis ver tudo cor de rosa. E nunca endureci e sempre vi tudo cor de rosa. Agora já não consigo.
Hoje para mim o Mundo é menos brilhante, menos nítido, menos alegre.
Será que isto passa e eu vou voltar a dar gargalhadas sonoras, ou é um processo irreversível e eu nunca mais vou ser "fofinha"?

Agradecimentos

Há taaaaaanto tempo que tenho este blog e ainda não agradeci a quem de direito por me ter dado o nome. Obrigada M. e D. por acharem que eu faço "mimimi" quando falo. E obrigada por me terem agraciado com este petit nom amoroso e jeitoso para o blog.
A parte das Amoras vem do nosso tão estimado Tomás Taveira. Não por alguma vez ele me ter conhecido (ufa!!!!!!) mas por ter feito o meu centro comercial preferido: as Amoreiras.

Então, Mimi da parte do coração, Amoras da parte do consumismo.

Dúvida

Desde que tenho o blog (há dois minutos, mais ou menos...) que me tenho colocado a questão de dar o não o endereço aos do meu coração.
O dilema coloca-se essencialmente porque este blog sou mesmo eu. Não é a filha, não é a mãe, não é a amiga nem a "coisa, sei lá". Porque a "Eu blogger" não é igual à "Eu filha" nem à "Eu mãe" (pareço um jogador da bola, a falar na 3ª pessoa!).
Não é que a esquizofrenia me tenha atacado, mas eu sei que mudo de registo (melhor fora!) consoante as situações. Se estou no trabalho falo mais pausadamente e nunca, mas nunca, ponho as mãos na cintura. Se estou com o meu filho pequeno, falo mamãzês, se estou com a mais velha, falo normal... Se estou no blog, estou cheia de mim, toda eu sou eu, sem filtros (ou quase, que o meu super ego ainda funciona qualquer coisa).
Pôr este blog à luz do dia, publicá-lo no Facebook ou começar a passá-lo por mail, terá sempre um de dois resultados: ou passo a filtrar muito mais o que escrevo ou as pessoas que me rodeiam ficam a saber exactamente quem eu sou e o que penso. Traduzindo para a vida real: os meus amigos continuariam a ser meus amigos e os mais ou menos fogem a correr muito depressa.
E olhem que posto assim, nem é mau. Acho que estou a chegar a uma conclusãozita ou duas...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Oh mãe...

Há dois dias estava eu numa choradeira imensa, quando a minha filha mais velha (que tem quase 13 anos) me perguntou o que se passava. Ela está habituada, porque eu sou pessoa de lágrima fácil (e sorriso fácil também, sou toda fácil!) e já não entra em pânico. Mas claro que filha é filha e a moça quis saber o motivo do choro.
Lá lhe expliquei o que era e ela, toda cheia de si, lá teceu mil e uma considerações sobre o tema e sobre a vida. Deixei-a falar, porque me dá gozo ver o mini-eu a ser gente e porque não tinha forças para a mandar calar.
E não é que a gaiata, do alto dos seus altaneiros e quase-pré-adolescentes-quase-13-anos, arrumou o assunto?!
"Oh mãe, mas se está tudo na mesma como ontem, e tu ontem não estavas a chorar, porque é que hoje estás?"
Pois, meu amor, porquê? Isto os adultos!...........

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

6 pernas, 1 coração

Gosto de ter um blog para "falar", para contar a quem (não) me lê as coisas que vou vendo na rua e me enchem o coração. Como trabalho numa das zonas mais agitadas de Lisboa, e ando de metro (não gosto!), tenho uma parafernália de coisas a acontecerem diariamente diante dos meus olhos.
Hoje foi esta.
Estava no meu cigarro matinal, antes de subir para o escritório e me afundar em mails e lágrimas (o que por si só, daria um outro post, adiante), quando vi um casal de velhinhos.
Antes de continuar, esclarecimento: as palavras são o que são e só são depreciativas para algumas cabeças. Se uma pessoa de 10 anos é nova, uma de 80 é velha. Se eu sou branca, há quem seja preto. E pronto. Simples e verdadeiro. Fim de aparte.
Então... Os velhinhos, mesmo muito velhinhos, daqueles para quem o verde na passadeira não chega para a atravessar, surgem no meu ângulo de visão. E chamaram-me a atenção por estarem muito conversadores. Ela levava a canadiana do lado esquerdo, ele do direito. Achei curioso. Complementam-se, pensei. Mas depois percebi o porquê de cada um ir apoiado de um lado. Iam de mãos dadas.
E eu, que já de mim sou a dar para o piegas, vi naquelas mãos enrugadas e cheias de artroses o meu sonho. Um dia, quando eu for muito velha, quero ter uma pessoa que me dê a mão. Mesmo que essa mão dependa de mim para atravessar uma passadeira.
Aproveito para repetir em silêncio a frase com que fechei a porta.

domingo, 11 de setembro de 2011

O Dia que Mudou o Mundo

Porque hoje é dia 11 e porque nunca mais nos vamos esquecer deste dia 11.
Que as nossa orações estejam com quem partiu e os nossos corações com quem ficou.
"God Bless America". Bem precisam.

Não sei se me deveria impressionar...

Hoje assisti a uma cena que já não se vê.
Estava eu a esplanar com a minha mãe quando a nossa atenção foi forçada a focar-se numa confusão civilizacional. O típico carro estacionado que bloqueia a saída de outro carro.
Um incauto cidadão estava a tomar o seu café e, vendo-se forçado a mover o seu bólide para deixar sair quem o desejava fazer, aproveitou para estacionar no lugar que ia vagar. Aparece então um terceiro cidadão que vendo o lugar, quis ficar com ele também. Não fosse isto o suficiente para "armar a barraca" que se previa, entra ainda em cena um jovem no seu modesto Opel Corsa, afoito a ficar com a vaga.
Isto soma, após todas as movimentações de quem saiu, três cidadãos e um único espaço, que na verdade se veio a ver que eram dois. Ou seja, dois lugares, três carros.
Para resumir a dança, o cidadão que primeiro quis estacionar não o pôde fazer porque o "terceiro cidadão" lhe impediu a manobra, estacionando num dos lugares. Aborrecido o "incauto" volta para onde estava, decidido a impedir-lhe a saída e bloqueando a restante vaga ao "Corsa".
A história acaba aqui. Indignei-me, barafustei. Se o gajo queria deixar o carro mal estacionado na mesma, pelo menos deixava estacionar o miúdo! Mas é Sábado e, já se sabe, não se perde tempo aos Sábados com divagações civilizacionais.
Mas nada disto me teria merecido tempo de antena neste espaço, não fosse a atitude final do "incauto". À saída, passou pela mesa do jovem. Dirigiu-se-lhe com educação e humildade e pediu desculpa pelo sucedido. Assumiu-se levado pela "vingança de tapar o outro", apertou-lhe a mão e entrou no carro.
Estive ali ainda tempo suficiente para saber que o senhor "incauto" pagou não só o café do "Corsa" como toda a despesa da mesa que o dito partilhava com mais três pessoas. Mas não tinha feito alarde disso.
Aqui ficam os meus respeitos pelo "incauto". Quando um senhor que tem nitidamente mais de 60 anos, pede humildemente desculpa a um miúdo que não tem mais de 20, dá-lhe uma lição de vida. E quando sai sem anunciar que lhe pagou a despesa, dá outra. Não só áquela miudagem toda, mas a mim também.
Impressionou-me a educação, a humildade, o respeito e a generosidade. Impressionou, mas não sei se deveria impressionar...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Epá, não sei...

"Senhor, a Teus pés eu confesso..." Sou uma tipa demasiado analítica. E daqui à maledicência, já se sabe, é um pulinho. Mas não consigo evitar.
Hoje, logo pela fresca, apresentei-me na pastelaria do costume onde o Sr. Alberto me serve sempre o café do costume. Estava nos meus pensamentos do costume: mails para mandar, agenda para organizar, telefonemas para fazer... O costume.
O que nunca, senhores, nunca é costume, é entrar uma donzela practicamente desnudada. Vestido de napa colado ao corpo, muito acima do joelho e quase abaixo do esterno. Sapatos azul néon, cabelo preto aos caracóis a cair pelas costas. As unhas bem tratadas, o cabelo também. Pernas bem feitas e telemóvel de última geração. Não falou, trouxeram-lhe o que não pediu por já ter pedido tantas vezes.
Não, não me chocou por ter ar de porca. Chocou-me porque se via que era uma donzela asseada, aparentemente abastada para os dias que correm, considerada na pastelaria do bairro. Chocou-me porque apesar disto tudo tinha um ar de badalhoca que só visto...
E eu, que sou moça de processos mentais intrincados, vai de telefonar a um amigo homem para me ajudar a digerir o tema. Comecei o diálogo esclarecendo que não é inveja (que sei que é logo o que as mentes diminuídas pensarão) porque quem me conhece sabe que o meu ideal de beleza oscila entre a Gisele Bundchen e a Olivia Palermo. Essas sim, esmagava-as e fazia um soro para ver se injectando no sangue me transformaria o ADN para me parecer com elas... Enfim, apartes...
Lá perguntei ao senhor (que o é de facto) que pensamentos lhe viriam à cabeça perante semelhante imagem. A resposta foi pouco surpreendente: olhava, pensava que era boa, depois que tinha ar de porca e depois que nunca na vida mulher dele andaria na rua assim vestida. E a minha pergunta seguinte foi: mas pensas primeiro que é boa ou que é porca? Resposta: "Epá, não sei... Sabes que há uma diferença entre uma mulher ser sexy ou ser porca."
Sei. E ainda bem que alguns homens também sabem.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Baby Steps

Hoje em dia pessoa que é pessoa tem um blog.
Eu não quero necessariamente ser uma pessoa (deixemos as inquietações metafísicas para outra altura) mas gostava de ter um blog. E aqui está ele. Sem acordos ortográficos e sem hipótese de não haver estrangeirismos. Todos os dias falo e escrevo em pelo menos três línguas. Estrangeirismo para mim é dizer bitoque!
Acredito que quase todas as mulheres solteiras na casa dos 30 sofram, em maior ou menor escala, de crises existenciais, sejam motivadas por sapatos ou desgostos de amor. Eu estou numa dessas fases. Por causa do desgosto de amor, que para aqui não interessa nada, a não ser para explicar a necessidade de terapia e catarse e consequente nascimento do blog.
Todos os dias de manhã leio o Público quando chego ao escritório. Às vezes perco-me nas bloguices e acho graça. Hoje descobri a Pipoca Mais Doce. O artigo onde era falada ressaltava os milhões de visitantes e um molhe de estatísticas que não achei interessantes. O que me chamou a atenção foram os comentários à notícia. "Ah e tal, a gaja é uma fútil" e "é o Portugal que temos" foram suficientes para me aguçar a curiosidade. Futilidade é comigo mesma e adoro gostar de coisas com que toda a gente implica. Vai daí, fui lá ver. E não é que a miúda é gira?! Chama-nos pequenos póneis, diz asneirada da grossa, tem alguns dos sapatos mais bonitos do Mundo e não me pareceu parva de todo.
Não fosse tudo isto o bastante para eu ter gostado de passar por lá, adorei as Vuittonzinhas e senti um chamamento bloguistíco. Pensei que se a "fútil, pirosa e de Direita" tem um blog para lavar a alma e dar cores às nossas faces macilentas, eu também posso.

Colega Pipoca, eu sou a Amoras. Mimi Amoras.