quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Desconversar

Pronto, hoje vai dar-me para um tema com muitas arestas: bloggers, blogs, bloguices e gente pouco polida. Perdoem-me as pessoas que gostam de mim à séria, mas durante as breves linhas deste post, vou ter de me incluir no grupo dos poucos polidos. Mas só durante este post, que eu sou pouco de baixar da fasquia na qual me educaram durante anos os meus queridos pais.

To cut a long story short, eu leio sempre alguns outros blogs assim que chego ao escritório. Abro a página do Público num separador, o meu mail no outro e o resto são blogs. Não interessa individualizar quem nem quais, alguns constam aqui na baiúca, outros não.
Todos os dias alguns engraçados, com a mania que são rebeldes acutilantes, se divertem a mandar "postas de pescada" para o infinito! Oh minha gente, se não gostam das "merdices" de uns, das "esquisitices" dos outros ou das "mariquices" da generalidade, então deixem-se estar quietos e não visitem os blogs dos merdosos, esquisitos e maricas.
Alguns de nós (sim, nós) gostam de camisolas caras, outros de pão azul, outros de viajar. Epá, se não vos pedimos dinheiro para isso, então deixem-nos felizes nas nossas vidinhas burguesas.

Eu, para me poupar a estas cretinices de comentários, vou deixar de visitar um bloguezinho ou outro. Entretanto, deixem de cuspir para o ar porque normalmente cai na testa!

Fim de baixeza. Mamã, papá e queridos filhos, vou voltar para o palácio onde me esperam. As plebes cansam-me.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Cosas que me gustan

Quem já passa por aqui há algum tempo sabe da minha afición por publicações espanholas. As imagens que hoje aqui ficam mostram, uma vez mais, porquê.
Todos os dias eu abro a elle.es para ver o que por lá se passa. E hoje "descobri" isto: trendtation.com. Na realidade não foi bem uma descoberta. Foi mais uma constatação. Já por lá tinha andado, mas hoje fui com calma.

E aqui ficam dois dos meus modelitos preferidos, com explicações acerca da preferência.


A elegância do trench coat, a originalidade da saia e a intemporalidade de uns pump bourdeaux. A moça tem bom ar e isso ajuda, eu sei. Mas estou capaz de embarcar numa destas. Quando vou a estes sites é sempre em busca de inspiração (às vezes copio mesmo, sem dó nem piedade). A originalidade não é o meu forte, mas acreditem que encontrar bons modelos é!


Já neste caso a ideia não é copiar o look, mas tirar alguns pontos fortes. O sapato preto com o collant preto é sempre uma aposta para estilizar as minhas queridas perninhas rechonchudas e o casaco leopardo despretensioso parece-me engraçado.

Agora um aviso à navegação: não venham os puristas da língua de Camões avisar-me que um trench coat é uma gabardine, os pump são sapatos altos e look se diz (neste caso) modelo. Para mim as coisas têm o nome que têm e collants não são meias, batons não são barras de lábios e stilettos não são sapatos de bico.

Com esta me vou. Vou ver se garimpo o meu armário para ficar parecida com a mocinha do trench coat!

Obrigada Joiinhas!

Acabei de entrar aqui na baiúca e vi que já tenho exactamente 500 visualizações. O blog está aberto ao público há dois meses e nove dias e nunca tive pretensão que ninguém o lesse (quando o comecei, claro, porque agora gosto que passem por cá!). A ideia era servir de plataforma catártica, terapêutica.
Mas fui escrevendo, fazendo terapia, e agora que melhores dias cá estão e virão, virou hábito.
Como escrevo muito para mim, não gero grandes controvérsias, não aspiro a ser fashion. Escrevo o que quero, quando quero. Ponho fotos parvas e digo coisas mais parvas ainda.

Por tudo isto, obrigada às pessoas que vieram cá ver e obrigada ainda mais às que, depois de passarem cá uma vez, tiveram curiosidade de voltar. Nas 300 visualizações avisei que quando chegasse às 500, ia sentir-me no direito de pedir comentários. Pois agora aqui fica o repto: comentem, digam quem são e porque raio lêem o que escrevo. Eu vou gostar.

Tenho dito. Obrigada.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mr. Lagerfeld

Não tenho muito por hábito ligar aos featurings... Tipo H&M e Versace, ou Rockport e Adidas. Sei que existem mas não acho nada de especial.
Mas desta vez é diferente. É um grande senhor a desenhar para uma marca que eu gosto. Karl Lagerfeld junta-se à Fossil para criar relógios. Ainda vamos ter que esperar... Muito! Segundo a Elle.es as belezas só vão ver a luz do dia na Primavera de 2013. Por enquanto fica este para irmos fazendo o gosto ao pulso...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Querido Pai Natal

Como já não falta muito para a Consoada, venho facilitar-te o trabalho para saberes o que me podes oferecer. Como eu não sou moça para pedir muita coisa logo de rajada, e porque felizmente não há nada de que precise meeesmo, aqui fica a lista, ou pelo menos a primeira versão. É preciso que saibas que me portei bem, nunca cheguei tarde ao trabalho (a não ser nos dias de greve do Metro), limpo a casa todas as semanas (aspirar, pelo menos) e já quase não apito no trânsito.
Assim sendo, o que eu gostava de receber no Natal é isto:

Um cheque de 500€ para equilibrar as finanças, tirar a conta do descoberto e poder pagar as contas a tempo e horas. (do cheque não há fotografia, mas prometo tirar se ele vier)


Uma camisola quentinha









Um casaco fofinho















Um cachecol quetinho e fofinho









A roupita podes procurar na Stradivarius, tudo nos tamanhos mais pequenos que houver. Deve por lá haver também uma capa, em cor camel, linda e com bom aspecto que também podes trazer. Pelas minhas contas com 120€ deves fazer a festa. Isso e mais o cheque.

Se a isto juntarmos o colo da mãe, os mimos dos filhos, o bacalhau com as couves, o arroz de polvo, a lampreia, o salame e a mousse, tenho o Natal feito.

Ah, quase me esquecia... O perfume da Diane von Fustenberg! Agora é que já está!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

E se...

... os senhores do Continente fizessem por volta desta altura uma feira do brinquedo e só a anunciassem a mim e às minhas pessoas? A época é a melhor. Tenho as duas crias a fazer anos agora e, além disso, dá-me jeito começar a organização mental para o Natal.
Mas opá, o que é que querem, chateia-me andar apertada nos corredores, não conseguir experimentar os bonecos que fazem sons e não poder escolher a boneca que tem os acessórios mais bonitos! E andam lá uns pais que (coitados) não distinguem um Beyblade de um Ben10, nem uma Polly de um Pinypon! Às vezes olho para alguns progenitores e pergunto-me se algum dia foram crianças...

Valha-me a Mini Eu, a quem a puberdade já puxa mais para as Bershkas e Stradivarius da vida. Pelo menos nessas ainda se consegue andar! E também há acessórios bonitos!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

The World is but a canvas to your Imagination

Gostei desta frase. Não é minha, of course, que dos meus talentos não faz parte grande criatividade para slogans.
Fiquei a pensar nela. Soa a qualquer coisa tipo "the whole world is a stage" ou "the world is your oyster", eu sei. Soa batido, também sei.
Mas o interessante disto tudo, e o que me pôs a pensar realmente na frase, é que vem num mail de um hotel em Viena. Pois, um hotel. E pois, de um país frio, nórdico, onde para mim, eles ou comem batatas ou chocolate o tempo todo.
Claro que depois, e sempre numa de me questionar a mim própria, me lembrei de outras coisas da Áustria. Eles tiveram a Sissi e a historieta toda no Palácio de Schonnbrun e tiveram o Mozart e o Schubert. E "mais recentemente" o Popper e o Freud.
De repente aquilo já não me parece um país assim tão frio e asséptico. Afinal, parece que os tipos até são dados às artes e às coisas da criatividade.
O que eu gosto de pôr a minha cabeça a pensar! E desconstruir os meus próprios preconceitos.

E de facto, se pensarmos nisso, o Mundo é mesmo uma tela para a nossa imaginação. Eu quero a minha em tons de rosa e bege. Bem clean, bem cosy.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Há coisas fantásticas, não há?

Hoje, na minha viagem de Metro para o trabalho, vi uma senhora que costumo encontrar quase todos os dias. Vem sempre arranjada, coisa que eu acho já de si extraordinária, e com o seu cão. Porque a senhora é cega. Desculpem os mais sensíveis a estas matérias, mas para mim os cegos são cegos, os pretos são pretos e os brancos são brancos. Invisuais, negros ou arianos são palavrinhas bonitas e que, na minha modesta opinião, mascaram claramente preconceitos. Para mim é mais fácil, e honesto, chamar as coisas pelos nomes.
Então, a senhora cega vem sempre com o cão, que a guia para um lugar vazio onde, depois de a dona se sentar, ele se aconchega por debaixo. E isto eu já tinha visto várias vezes. Ali fica ele, muito sossegado, à espera de chegar ao destino.
O que eu nunca tinha reparado é que o bicho entende claramente o que diz a voz do Metro. Muito melhor que eu, ao que parece...
Eu pensei sempre que o cão se levantava às ordens da dona. Mas hoje percebi que não. Assim que o animalito ouviu "próxima estação: Saldanha" levantou-se num tiro e pôs-se logo no meio do corredor, como que a preparar os empurrões costumeiros da saída.
Pode ser um episódio vulgar, comum aos dias de muita gente, mas a mim arrancou-me um sorriso. O levantar da cabeça assim que ouviu a voz, o olhar para fora do vidro à procura das luzes da estação, a determinação com que defendeu o espaço da senhora fizeram-me sorrir. Eu, que não sou muito uma animal person, hoje fiquei com a sensação que muita gente podia aprender com bichinhos destes. Até eu, digo-vos já!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Gosto tanto!!

Adoro chuva! Vá, deitem-me abaixo, digam que assim não dá para andar na rua, que o cabelo fica um nojo, que levamos o tempo a escorregar nas folhas do chão, que o trânsito fica infernal... É verdade. Mas eu gosto do barulho da chuva, do cheiro de Lisboa com chuva, gosto do cinzento da chuva. E não sou uma pessoa dark, há que esclarecer. Também adoro o sol e o calor, e a luz do Terreiro do Paço em dias de Verão, e o cheiro do parque de campismo de uma certa terrinha do Algarve nas manhãs de Julho.
Mas se é Outono, e se é época de chuva, então que chova!
Claro que preferia estar na minha sala, a ver umas séries, enroscada no sofá (de preferência sentada no sofá mas enroscada a alguém), a comer pipocas e palmeritas e a beber chá de maçã com canela.
Estar à frente do Mac, com a luz branca do escritório, não é o meu programa preferido. Por isso, vou aproveitar que tenho de ir ao banco, e vou até lá fora apanhar umas pingas. Mas só pingas porque tenho um chapéu de chuva LIN-DO que a minha mãe me ofereceu. Transparente, redondinho, com uns corações roxos. Bem kitsch!

Percebem porque é que eu gosto da chuva?...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Blazers

Vou aproveitar as sugestões da Elle.es para deixar aqui umas quantas ideias de como usar blazers. Preciso de inspiração para os dias frios que aí vêm...






Vários looks diferentes com vestidos, saias, shorts, jeans... Valha-me a inspiração!

Dolce fare niente

Hoje foi dia de não fazer nada. Quer dizer, de manhã aspirei, limpei o pó, fiz a lida da casa.
E depois do almoço sentei-me no sofá. Li revistas, dois capítulos do meu livro de cabeceira, "papei" séries, andei a vasculhar a web. Sempre sentadinha no sofá, enroladinha na manta. Passei o dia de pijama, e adoro!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Será que o conceito "felicidade a mais" existe?

Tenho pensado um bocado nisto...
Será que há um limite para ser feliz? Imaginem: eu tenho filhos lindos, um marido que me adora, pilhas de dinheiro, pais que me apoiam, mas não sou feliz porque queria... Ter um emprego. Ou: eu adoro o meu trabalho, tenho uma casa fantástica que eu própria comprei e decorei, o meu namorado é o melhor do Mundo mas sou infeliz porque queria... Ter filhos. Ou: tenho amigos maravilhosos, uma casa linda, vivo com o amor da minha vida mas gostava de... Conhecer a minha mãe.
São exemplos parvos mas servem apenas para exemplificar que nós nunca estamos completamente felizes com o que temos e queremos sempre mais. Depois há quem se limite só a querer e há quem corra atrás das coisas.
Eu sou das que corre. E às vezes corro tanto que tropeço.
Eu tinha uma família linda (com duas enteadas que eram amores de beijinhos), uma casa linda, adorava trabalhar, viajava, comprava (quase tudo) o que queria. Mas digamos que o respectivo deixou de corresponder aquilo que eu queria. E separei-me. Porque ia tirar um peso de cima, porque queria viver a minha vida sem me sentir esmagada pelos humores da outra pessoa. Achei que seria mais feliz se conseguisse respirar.
E sou. Já não peço autorização para deixar entrar ar no meu peito, posso usar botins sem ser criticada e ter pijamas da Kitty aos molhos! A minha casa é só minha e é linda! Sou mais eu e descubro-me a cada dia. Mas já não vejo as miúdas, já não posso viajar, vivo a contar tostões e o meu Universo de contactos sociais resume-se à minha mãe e aos meus filhos.
Quero mais.
Tenho uma teoria que o Universo se auto-equilibra. Ou seja, se temos muito dinheiro, provavelmente não temos amigos; se temos um homem maravilhoso, temos um trabalho de caca; se temos dinheiro, amigos, um homem maravilhoso, então temos uma doença crónica qualquer, tipo bronquite, que nos tira o sono. É uma forma de equilíbrio. Ninguém pode ter tudo.
Mas será que eu podia ter um bocadinho mais? É que o trabalho é um nojo, o dinheiro nem o vejo, não tenho vida social, não tenho namorado. Coisas boas, e que ainda assim não trocava nunca: adoro a minha casa, tenho um Bogas que me leva a todo o lado e o mais importante, tenho a minha mãe e os meus filhos.
Agora a pergunta é: não será já suficiente? Tenho saúde, comida no prato, os meus sempre "à minha beira" e também de saúde, um tecto jeitosinho e um veículo que me facilita a vida. Será justo pedir mais? Bem, de verdade não queria muito mais. Só mais um bocadito de dinheiro, que agora vêm aí uns aniversários e depois o Xmas, um trabalho que me desse gozo e onde não fosse tratada ao pontapé e um homem honesto, bem formado, meiguinho e acima de tudo companheiro, para poder conversar e dar miminhos.
Não é muito, pois não? A minha mãe diz que devemos sempre pedir mais, querer mais, acreditar mais, lutar mais, correr mais. Mas a mim dá-me a sensação que se correr mais vou acabar por me estatelar no chão...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Para o fim de semana

Parece que até vai estar sol no fim de semana, mas é sempre bom ter um livro para ler, quanto mais não seja numa esplanadazinha abrigada.
Experimentem este. É sangue novo, gente que tentou e chegou ao fim de um concurso. É barato (4€) e ajuda a AMI. Eu já li dois dos contos e gostei. Quando acabar aviso e digo qual é o meu eleito.


Petite

Descobri hoje uma coisa magnífica que talvez toda a gente já saiba, mas para mim é pólvora.
Há uma loja online maravilhosa, que é a Asos, onde eu vou algumas vezes mas de onde nunca comprei nada. Não tenho objecções ao comércio online, gosto muito, mas normalmente Zara, Mango e Lanidor satisfazem as minhas necessidades de compras cibernéticas. Como nunca experimentei nada da Asos fico com receio de estar à espera de um tipo de qualidade e depois ter uma surpresa desagradável. By the way, se alguém quiser fazer o favor de deixar por aí um testemunho de experiência com a Asos, be my guest. Aquilo é bonzinho ou é assim estilo fraquinho, com tecidinhos de caca e costuras mal amanhadas? Desculpem a ignorância, mas tenho de perguntar.

E porquê a curiosidade súbita? Porque como disse logo no início do post, descobri uma coisa maravilhosa: os senhores da Asos têm uma colecção dedicada às Petites como eu. Apesar de me orgulhar muito dos meus 158cm (dizem os tipos do Registo, porque eu tenho para mim que são 163), costumo ter um problema com bainhas. De calças e saias. E com larguras, porque raramente os meus 50kgs são suficientes para encher os 34 que por aí agora se vendem. E nada de fazer roupa mais pequena, que isso incita à estupidez das miúdas andarem a vomitar! Bem, isto dará outro post, voltemos ao tema...
Ora, 1,58m e 50kg, não dá de facto para encher grande coisa. Percebem então a pólvora, não é? Calças pequeninas na altura e na largura! Mini saias que ficam efectivamente mini! Fim dos vestidos que nas modelos tapam metade da coxa e a mim tapam metade do joelho!

Porque se andam por aí as lojas a anunciar plus sizes, não entendo porque não anunciam minus sizes. Quem são as discriminadas agora, ahn? Já viram Elenas Mirós para gente pequena? Não! Mas se quisessem comprar uma parka e acabassem a procurar na Zara Kids, iam gostar de ver. E se mesmo na Zara Kids os ombros ficassem no sítio, mas as mangas acabassem por ficar pequenas, iam gostar ainda mais!

Obrigada Asos, por pensares nas pequenitas! Aqui ficam, em homenagem, algumas imagens. Há roupa para todos os estilos. Eu é que escolhi o que gosto mais...



Fait Divers #2 - Cremes

Bem, na realidade este post não vai falar sobre cremes, no plural, mas sim sobre um creme. Singular.
Singular, especial, visionário. Espero ter capacidade léxica e científica suficiente para o descrever. Vou tentar.

O Lancôme Visionnaire parece uma fórmula mágica. Quando se põe no dedo tem partículas brilhantes, cor de madre-pérola. Oscila entre reflexos rosa, roxos, azuis e dourados. E tem um aroma fantástico. Não chega a ser um cheiro, é mesmo só um aroma. Assim que o pomos na pele sentimos conforto imediato. Pelo menos eu, que depois de lavar a cara sinto a pele a abrir...
E isto são só as impressões sensoriais básicas. Que todos podem ver, sentir, cheirar.
Aprofudando: na embalagem as promessas são de diminuir as rugas, fechar os poros e aumentar a homogeneidade da pele. Não posso falar das primeiras, porque honestamente não é com quatro dias de uso que o creme faria efeito. Mas o aspecto dos poros e da pele melhora visivelmente.
E porquê? Porque na sua fórmula consta o LR 2412 (como se eu soubesse o que é...), uma molécula construída para atravessar as várias camadas da pele despoletando um processo de micro-transformações de recriação.


Fica a explicação pseudo-científica. Não é minha intenção ser crítica de cosméticos, de maneira que não vou mais além. Não comprei o creme, nem a Lancôme me pagou para dizer bem dele. Experimentei a amostra e comigo a molécula foi uma gaja porreira. Pôs-se aqui a atravessar-me a pele e resultou mesmo! A pele fica com óptimo aspecto e muito, muito suave. Mas a ideia de coisas fabricadas em laboratório não me agrada muito... Pode ser só pancada, que é o mais provável.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Pureza

Passem no blog Carmo avant Chanel. Boa conversa, miúdas bonitas e interessantes. O ID da Pureza do Fashion Rules.
E depois passem no Fashion Rules. Numa palavra: brutal.

Fait Divers #1 - Cabelo

No fim de semana vou cortar o cabelo. Ao que parece anda aí uma febre generalizada de corte de cabelo. Mas eu vou cortar o meu só porque sim. Porque precisa e tem as pontas já um bocado esquisitas, a acusar o facto de já não verem tesoura há quase seis meses...
E penso sempre isto: vou só ali cortar as pontas, para ficar com o cabelo bonito e justificar o empate de capital em amaciadores XPTO e séruns e cremes e etcs de todo o tipo. O problema é que logo a seguir a este raciocínio tão lógico e maduro, começo a divagar (pois claro, que isto de lógicas acaba sempre em divagação). Se vou lá e até gosto do Rui, que é um miminho a tratar de cabelos e de mim, porque não dar um jeito? Só um arzinho de graça? Isso de cortar só as pontas é um bocado monótono, devia mudar um bocadinho...
E é aqui que o "gato vai à felhoz"! Lá começo eu a ver as minhas Vogues e a ter ideias. A saber: tenho que endireitar um bocadinho a melena. Gosto de escadeados mas dos que dão volume e movimento, não dos que fazem um bico atrás. Quero aproximar mais o tamanho da franja do do resto do cabelo. Quero cortar quase à altura dos ombros. E acima de tudo quero ver se me lembro que quando chegar o Verão quero ter cabelo que se veja.
(Nota: há um ano fiz uma franja e o cabelo acima dos ombros. Claro que no Verão a franja estava toda enjoada e o cabelo naquele tamanho de "Deus me livre"...)


Ah, como eu sou assumidamente uma "Maria-vai-com-as-outras" resolvi também ter uma rúbrica recorrente como vi em outros blogs. Chamo-lhe Fait Divers porque é isso mesmo: coisas que não têm interesse nem substância. Oooohhh, como gosto de coisas sem interesse nem substância.
Hoje ainda deve rebentar por aqui o Fait Divers #2 - Cremes. Experimentei um fantástico. Merece registo.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Espera lá...

"Não sei se posso ir ter contigo hoje... Depende do tempo.
Do tempo horas ou do tempo chuva?
Do tempo chuva. Se estiver temporal não vou.
Mas, desculpa lá, o que tem o temporal a ver com vires ou não?
Ah, não sabes? A minha garagem parece um lago quando chove. Se chover muito tenho que lá estar."

Ouve lá, que conversa é esta? Ahn? Garagem?!

São lindos!

Não consigo resistir a estes impulsos! Acho tudo tão lindo, que tenho que mostrar. E como descubro estas coisas lindas? Sou fã acérrima de publicações de moda espanholas. Não defendo os nuestros hermanos com unhas e dentes mas acho que em matéria de moda e beleza, estão muito mais à frente que nós. Eles e os brasileiros (e estes últimos também em termos de decoração).
Ora, consumo Elles, Vogues, Telvas, Glamours e tudo que apareça dentro do género, com uma voracidade semelhante à que emprego nas batatas fritas do Burguer King. E depois vejo coisas lindas nas ditas revistas. E é uma gaita! Porque o hipotálamo não fica sossegado! Mas como a carteira está vazia, acho que o meu hipotálamo vai ter que tomar um cházinho de camomila com valeriana para sossegar.
Mas vejam lá se não tenho razão? Muita muita muita razão?


Clutch dourada e sabrinas leopardo - Zara

E estas? Perfeitas para um dia como o de hoje... Com aquele toque mimoso que eu adoro...


Galochas - Hunter

Digam que me compreendem... Não que me faça diferença se ninguém compreender. Gosto e pronto. Mas podem oferecer, mesmo sem compreensão, ahn?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Já está! Que gaita!

Hoje chateei-me! Estou farta de ouvir gritarias, de nunca nada estar bem, de fazer um milhão de coisas maravilhosas e alguém conseguir achar sempre um micro-milímetro de defeitos.
Detesto a sensação de deixar as outras pessoas controlarem o meu estado de espírito. E acredito que quem está mal, muda-se.
E eu estou mal, logo vou ter de me mudar. Quando alguma coisa não está bem, temos o dever de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para a melhorar. Nada dessas conversas de "ah, a minha vida é um cocó, mas eu não faço nada para mudar".
Eu faço, sou uma fazedora. Penso, penso e penso. E faço. Já está. Comecei a fazer.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Há dias assim...

Hoje estou triste. Sem forças. Sinto-me inodora, incolor, insípida.
Vantagem: amanhã só posso estar melhor.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pois é...

E quando lemos, escritinho branco no preto (neste caso é mesmo, não é gaffe) tudo aquilo que já sabemos?
Poisoned Apple, és a maior. Mas podes ser mais meiguinha a dizer as verdades?...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Yey!

Atingi hoje a brilhante marca de 300 visitas!!! Obrigada visitantes!! (sou patética face a blogs que já vão em milhões)
Agora acho que posso pedinchar comentários, ou não? Digam bem ou digam mal, mas expressem-se que eu vou gostar de saber o que pensam! Prometo não publicar comentários de que não goste. Pois, porque a Democracia é lá fora da baiúca e aqui reina o despotismo esclarecido. Eu é que faço as regras, mas esclareço sempre toda a gente.

Mas vá, dou o desconto. Se forem opiniões educadas eu publico, mesmo que o meu ego fique todo enxovalhadinho...

Opá, eu que sou tão miminhos fico feliz com estas coisas, o que é que querem?

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Já faltou mais...

De tempos a tempos volta a vontade de fazer mais uma tatuagem. Tenho 4 e ao que parece (ou porque dá jeito) devem ser sempre em número ímpar. E é claro que quando fiz a 4ª já sabia que era só a desculpa para fazer a 5ª. Mas ando há mais de um ano a pensar nisso... Agora vi esta (a do coração) e acho que me vou decidir. Gosto do sítio onde está, da simplicidade, do significado que lhe dou...

Pessoas quem têm voto na matéria do meu corpo, o que dizem? 
(desta lista fazem parte apenas: quem o concebeu e quem o usou como incubadora)

Imagem do The Blonde Salad


E já que a outra imagem veio agarrada e eu sou demasiado tecno-naba para separar, aproveito para deixar a mensagem: When in doubt, love.

Foge, Mini Eu, foge...

A desgraçada da Mini Eu resolveu riscar dignamente o ecrã de um Toshiba com menos de 48 horas lá em casa. Não são risquitos, que a miúda tem necessidades claras de afirmação. São riscos. Dois. E como diz a minha mãe, até com o ecrã desligado se vêm.

Foge criança, começa a fugir... Mas não é por causa dos riscos, e tu sabes.

Brainstorming

Tenho muitas coisas na cabeça hoje: um perfume, umas calças e uma inquietação. Ah, e uma homenagem.
De trás para a frente que a Mimi sempre foi moça de complicar!

Homenagem: a Pedro Rolo Duarte. Já aqui disse que gosto de ler o que ele escreve, mas hoje ainda gosto mais.

Inquietação: face a um tema que se me coloca várias vezes mas que hoje resolveu tomar forma de palavra. O que leva duas mulheres na casa dos 40 (ou 50) a passarem o dia a dizer mal uma da outra, ainda mais a mim, criatura que não conhecem de lado nenhum, a não ser de passar cerca de 562 vezes (por dia) na mesma porta? Eu cresci com a crença que as pessoas vão amadurecendo, que as coisas mesquinhas vão ficando pelos liceus e faculdades, e que a partir de uma certa idade já estamos bem a cagar para as idiotices dos outros. E ensinamos aos nossos filhos que não se diz mal dos outros pelas costas, e que se alguma coisa nos incomoda devemos ser educados e frontais a resolvê-la. E estas duas senhoras, mães de filhos já adultos, ocupam o seu tempo e esfrangalharem-se quando podiam aproveitar aqueles minutos para me dar dicas de boas pastelarias na zona ou como fazer um bolo fofinho.

Calças: quero umas básicas a imitar pele. Umas pretas e umas vermelhas. Há umas giras na Bershka... Preto básico clássico. Vermelho básico irreverente.



Perfume: Diane Von Fustenberg. É delicioso. Cheira a pó de talco mas dos bons. E passados uns minutos cheira a meigo, a doce, a quentinho, a abraço. MA-RA-VI-LHO-SO!









Nada neste post hoje faz sentido, mas tenho a cabeça a mil. E não me posso esquecer de agradecer do fundo do coração a quem torna os meus dias laborais mais fáceis... Apoios ao Cliente de: Rumbo, Logitravel, Iberia, British Airways, Vueling, Easyjet, TAP. E às minhas incansáveis meninas da TravelStore: MJ e S. São eles que me permitem ainda ter tempo para vir aqui mandar as tais "postas" (de salmão, que pescada é blhec).

Agora vou só ali emitir mais um ou dois bilhetes para o Brasil e já venho.

Nota: acalmem-se os mais "cotoveleiros" que quem voa naquelas companhias todas não sou eu!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Não se esqueçam de respirar pelo meio...

Porque a baiúca hoje já esteve mais a dar para a mimice, 'bora lá arrebitar a coisa. Vejam bem estas coisas tão lindas que a H&M põe à nossa disposição... Estou a pensar juntar tudo num modelito... E venha de lá o frio de Outono!







Digam lá que não apetece? Metermo-nos dentro de um vestido macio, barato e giríssimo... Obrigada Hennes & Mauritz!

A Minha Mãe e Eu


Este fim de semana, como em tantos outros, fui a casa da minha mãe. Saio do trabalho, no centro de Lisboa, e faço-me à estrada. A A1 conhece-me como um dos seus viajantes mais assíduos. Esta foto mostra mais uma viagem. O pontinho maior em cima, sozinho (e muitíssimo desfocado), é a Lua. Não era tarde ainda, deviam ser umas oito horas, estava a chegar a casa.
Cheguei, jantei, dormi, acordei e passei mais um dia com o primeiro amor eterno da minha vida: a minha mãe. Depois jantei, dormi, acordei e vim embora. São pouco mais de 24h que passam no tempo de um abraço, mas nesse tempo cada abraço dura uma eternidade.
Resolvi fazer este post para agradecer à minha mãe por ainda me deixar ser filha. Filha nos abraços e na comida que me prepara para trazer. Na toalha que me leva quando saio do banho e no gesto ternurento de me secar o cabelo.
É verdade, tenho 30 anos e a minha mãe seca-me o cabelo quando eu tenho preguiça. Para não ir para a rua com o cabelo molhado, diz ela.
Quando se é mãe às vezes deixa-se de ser filha e a minha mãe não deixa isso acontecer. Espero que um dia quando a minha filha tiver 30 anos, eu também lhe seque o cabelo, ouça os seus disparates e lhe compre os botins pelos quais se apaixonou.
Espero fazê-lo, mas nunca o farei tão bem como a minha mãe.
Nem sempre foi assim, claro. A minha mãe já foi outra mãe e eu também já fui outra filha. Mas o amor foi sempre o mesmo. Nas chineladas que levei em pequena e nos sermões que ouvi já maior, em todas as vezes que a desiludi e em todas em que a deixei orgulhosa de mim, o amor foi sempre o mesmo. E hoje, no meio de abraços demorados e desabafos mais demorados ainda, o amor continua a ser o mesmo.
O tempo é sempre pouco, voa, escorre pelas mãos. Mas nós, teimosas, insistimos em fazê-lo ficar, deitamo-nos às duas da manhã, pomos os nossos corações no coração da outra. E eu começo cada semana com a certeza cada vez mais inabalável que a minha mãe, no meio de Bimbys, trabalho e escola, salva o Mundo nas horas vagas. Pelo menos o meu.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Educação, sabem o que é?!

Estou cheia de pena de mim própria. É tarde, já devia estar a caminho do colo da mãe para um jantar daqueles mesmo bons e estou aqui, agarrada à Maçã.
Enfiada no meio de voos e conference calls e a atender telefonemas idiotas e mal criados das meninas do Barclaycard. Acabou de me ligar uma tipa, a quem não me apraz chamar mais nada que não seja estúpida.
Ao que parece esqueci-me (outra vez, reconheço) de pagar a mensalidade do cartão. Epá, acontece. Antes tinha Débito Directo activo, mas como (já nem sei porquê) me chateei com eles, cancelei. Claro que estava mais que visto que isto ia acontecer e eles iam ter de me telefonar.
Mas é preciso isto:
"Fala a Sra. X?
Sim, a própria.
O meu nome é Mal Educada e estou a falar do Barclaycard. A sra tem a pagamento x€, sabe, não é? Quando é que vai pagar isto?"
A introdução foi logo tão brilhante que tive que lhe dizer que efectivamente me esqueci, e que por isso sei que tenho que pagar mais 25 moquitas, mas que não me parece que aqueles sejam termos para se dirigir a um cliente, que já o é há anos. E sempre pagou, já agora.
Acham que respondeu? Nada. Ou melhor isto: " Quando é que vai pagar e como?"

Oh Senhores do Barclaycard, se é que algum me está a ler, entendam que se eu me esqueço de mudar de sapatos antes de sair de casa (e isso para mim tem muita importância) mais facilmente me esqueço da maneira como os paguei. Mas mesmo de Havaianas, sou sempre muito educada.
Acham que podem explicar aos vossos funcionários o que isso é?

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Agora já não sei...

Gosto muito de ler os blogs dos outros. De homens e de mulheres. O Pedro Rolo Duarte, o Arrumadinho, o Artur in the Woods, as minhas queridas Pipoca, Melhor Amiga da Barbie e Balão. Leio coisas de uns e de outros. E claro que se há blogs dos quais não gosto, não volto lá para ler.
Mas quando não conheço dou sempre uma espreitadela.
Se fala de Política, não leio. Detesto a Democracia, às vezes. Andei eu a queimar pestanas durante 5 anos (velha guarda) a estudar políticas para agora ter de ler disparates?! Não.
Se falam de Literatura, não leio. Se falam de Macrobiótica, não leio.
Tenho para mim que se a coisa se lê, deve ser lida. Se se come, deve ser comida. Se é Política, é chato, porque eu, que não discuto essas coisas, corro o risco de ler baboseira e ter vontade de discutir.

Por isso gosto de blogs de ver, de sentir, de gostar. Se preciso de pensar muito nas coisas para as entender ou se me dão comichões no hipotálamo, não volto lá.

E sim, gosto de ver as fotos das minhas meninas. Não sei se sou fútil, mas se sou, junto-me nesse clube à Simone de Beauvoir.

Isto tudo para dizer que me pus a pensar que tipo de baiúca será esta minha. É que fui dar com o blog de um tipo, que ainda não percebi se tem distúrbios de personalidade ou se aspira a ser como Pessoa e ter heterónimos. É que o disparate é tanto, o preconceito é tanto, a idiotice é tanta, que ele não pode escrever aquilo a sério. E fiquei a pensar: o que acham as pessoas que cá vêm às Amoras?

Eu, caríssimos e numerosos (not!) leitores, orgulho-me de ter aqui a baiúcazinha muito ao meu jeito, mas sempre com respeito. Não há palavrões porque a Mãe e a Filha visitam amiúde, mas também nunca haverá cinismos nem engraxadelas. Gosto de quem gosto, de quem não gosto não quero saber. Mas fico desiludida com a Humanidade sempre que abro um blog novo e só sinto amargura.

Terapia, não? Eu sempre achei que precisava mas, face ao panorama actual, agora já não sei...

E o frio, onde anda?

Eu não sou do contra, a sério que não. Gosto de frio no Inverno, de calor no Verão e de mais ou menos no tempo mais ou menos. Mas não posso gostar disto de estarem 34 graus no dia 13 de Outubro!
Anda para aí tudo contente com o calor "ah e tal porque ainda dá para ir à praia". Qual praia, senhores? Qual praia?! É Outubro. Castanhas assadas, manhãs frias, camisolas...
Isto anda mesmo tudo trocado. E depois admiram-se de andarem por aí gripes surreais e viroses a cada esquina... Eu por mim já andava assim como a menina da foto. Andava, andava. Roubei no blog da Look a Day, não resisti. A dona da baiúca é a Ana, o blog é giríssimo e ela é super simpática. O look é da Primark.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Opá, sou tão pirosa!

Hoje pela primeira vez lembrei-me de ir ao Google ver se aparecia o meu blog. E não é que está lá?
Vamos pôr as coisas assim, para eu ficar mesmo, mesmo contente: o meu blog aparece no maior motor de busca do Mundo!!!
Estou tão orgulhosa da minha baiúca!
O próximo passo será ser visitada. E seguida. O céu é o limite!

E porque tudo tem um fim...

... hoje foi o fim.
A partir de hoje no meu coração vivem os meus filhos, os meus pais e as minhas amigas.
Vou tentar aproveitar. Obrigar-me a respirar. A sensação que tenho é semelhante a abrir os olhos com muita luz. Quando estamos a dormir e nos abrem a janela de manhãzinha. É bom ver o sol a entrar, mas custa tanto abrir os olhos...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Quase 50 linhas

Ajudem-me nisto: porque é que há bloggers que dedicam um post de quase 50 linhas a dizer mal de outros bloggers?
É que eu sou nova nestas coisas e não percebo...
Se eu visito alguns blogs que têm fotos dos modelitos das suas autoras, não fico incomodada. Não me sinto acéfala, nem mais estúpida, nem mais fútil. Até gosto. Sou curiosa e acho de uma frontalidade brutal as pessoas mostrarem-se como são. Narcisistas? Não sei. Mas se é isso que leva algumas delas a porem os seus outfits na blogosfera, continuem babes. Eu agradeço!

Para quem não gosta, e está interessado em temas mais profundos e controversos, recomendo os blogs do Expresso ou do Público. Ah, e parem de visitar os outros.

Pobreza Honesta

Epá, se alguém ler isto, desculpe. Mas é um desabafo, e eu tenho que evitar as tais comichões no hipotálamo.
Porque é que as pessoas insistem em comprar artigos de contrafacção? Para terem uma mala Carolina IIerrera?! Sim, dois II, não um H. Ou uma Louis Xuitton?!
Cada um sabe de si, é verdade. Se não me pedirem dinheiro para comprar os artigos, eu não tenho nada a ver com isso. Mas acho rídiculo.
Porque se o que querem é uma mala, há muitas giras na Parfois, na H&M e na Claire's a preços jeitosos. Se o que querem, por outro lado são logotipos, é uma Prada ou uma Vuitton ou uma Chanel, casem bem, tenham pais ricos ou trabalhem até aos ossos. Ou façam como eu, sonhem e pedinchem!
Eu também adorava ter uma Birkin, uma Speedy, uma 2.55. Mas não tenho dinheiro para isso. Por isso tenho malinhas muito bonitinhas da Mango e da H&M e da Parfois.
Agora, convenhamos, comprar uma CII, ou uma LX é mau demais. Mesmo que, volto a dizer, eu nada tenha a ver com isso, acho triste. Porque se é para enganar os tontinhos que não percebem nada de marcas, não faz sentido, porque eles não estão nem aí. Se é para mostrar a quem percebe de marcas, estão a fazer figura de parvos, porque vê-se à légua que é falso.
Já para não falar que, ao que parece, isso das contrafacções é negócio que alimenta outros, ainda menos recomendáveis.
Be poor but be honest!

Olhem que LINDA!!!!



Digam lá que não é, indiscutivelmente, a boneca mais linda de sempre. Chama-se Camille, é uma Corolle e sempre a quis ter, desde que me conheço como gente.
Estas bonecas lindas cheiram levemente a baunilha e têm todas expressões diferentes. A Camille tem ar de má, ou zangada, ou mete nojinho. E eu gosto dela assim! Adoro achar que tem uma cara parecida com a que eu faço! 
A minha não vinha com esta roupa da foto, mas é possível comprar mil e uma roupinhas para as Corolles.

Obrigada a Ti. Foi uma surpresa mesmo boa. Especialmente por ter vindo de ti. Mister Diplomacia oferece boneca a Miss Mimi. (já foste promovido, é o que te digo!)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

As Ninjas da Blogosfera

Para caso um dia a memória me falhe, deixo esta note to self:

Os blogs da Pipoca Mais Doce, Cóco na Fralda e A Melhor Amiga da Barbie são do melhorzinho que por aí já se leu. Três registos completamente diferentes, três Senhoras com boa onda, bloggam nas horas!
Coração na ponta dos dedos e muita massa encefálica dentro daqueles cérebros.

Parabéns às três e desculpem tod@s @s outr@s bloggers, mas a minha mãe ensinou-me a dizer sempre a verdade. E deixo a devida ressalva que não conheço todos os blogs do Mundo, mas das largas dezenas que já visitei, aqueles são Ninjas da Blogosfera.

Só para desanuviar




Bem sei que ninguém passa aqui pela baiúca, mas apetece-me fazer um post fútil para daqui a uns tempos me lembrar do que usava por estes dias.

Cremes:
Na cara tenho andado a pôr uns da Lierac, que eram oferta na Telva do mês passado. São anti manchas e específicos para dia e noite. O de dia tem SPF 30 mas cheira um bocado a homem. Têm texturas fantásticas, e bem sei que o cheiro não interessa nada (antes pelo contrário) mas chateia-me. Como eram amostras e eu gosto da marca, quis experimentar. Pele lisa, com muito menos marcas (manchas não tenho, mas as borbulhas melhoraram bastante). Problema: não creio que se vendam em Portugal...
No corpo ponho o Nivea Q10. O cheiro é delicioso, como quase todos os Niveas. Cheira a lavado, a fresco, hidrata, acalma e parece que é refirmante.
Perfumes:
Oscilo entre o Eau d'Issey Florale, o Diesel Fuel for Life Unlimited e uma Eau da Caudalie.
Rimel (não me lixem com a máscara de pestanas, para mim é rímel!): Bourjois, ÓP-TI-MO, chama-se Liner Effect. Separa, alonga e curva as pestanas. Parece anúncio mas é verdade!
Baton: Bourjois também. Sou muito básica nas cores e adoro nudes. Mas para não parecer que estou morta tenho que ter muito cuidado. Este Rose Innocence é discreto e saudável. Da linha Sweet Kiss.
Corrector: Bourjois (epá, e não me pagam para isto, ahn? os tipos são mesmo bons e baratos) Healthy Mix. Tapa muito bem as desgraças, não fica tipo betume e não seca a pele dos olhos. O da Cibelle secava imenso...
Base: L'Oréal Perfect Match. Não se nota que a temos na cara, a não ser para o bem. Já usei montes de bases, incluindo Clinique e Chanel e adoro esta da L'Oréal.
Pó Bronzeador: L'Oréal Glam Bronze Duo para Peles Claras. Faz o que queremos que faça. Se pomos pouco dá um jeitinho, se pomos um bocadinho mais dá um jeitão!
Blush (para quando já não houver tanto sol e, claro, menos fake tan): Pérolas Giordani Gold da Oriflame. Bolinhas rosadas, douradas, acastanhadas e misturadas que dão um arzinho de saúde. Foi a mamacita que ofereceu já há uns anos e agora compro a recarga sempre que acaba.

E pronto, estes são os everyday products. Um dia venho aqui perder tempo a falar de vernizes. Ou sapatos. Ou calças de ganga, que amo!

Queira Deus...

... que eu um dia venha aqui postar qualquer coisa alegre.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Não faz Tic Tac



De há uns tempos para cá a minha vida faz sempre tic tac. Parece que tenho sempre este barulho na cabeça. O relógio biológico dos 30 anos, a bomba relógio que é o meu mau feitio, o relógio da vida que não pára e já marca mais de 6 meses...
Não posso fazer nada quanto a tudo isto, mas posso acabar com o barulho!

Quero ter um filho, não ter razões para o mau feitio e ver calmamente a vida passar em muitas multiplicações de 6 meses. Para isso preciso de várias coisas, mas acho que podemos começar por aqui e acabamos com o tic tac. Dás-me? Recomeçamos com este pequeno passo.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nem sei...

Hoje está a ser um dia prodigioso em termos de posts. Passei alguns dias sem escrever nada e hoje já vou no terceiro post.
Há dias assim, em que o cérebro funciona mais e mais claramente.
E o meu cérebro hoje está em modo auto clean. Ou seja, estou a limpar ideias, a arrumá-las. Não que me tenha disposto a isso. Simplesmente aconteceu. No caminho para o trabalho. A meio do cigarro matinal. Depois de almoço. Foi acontecendo.
De manhã só pensava no sono que tinha e na pouca vontade de sair de dentro do edredon. Pela primeiríssima vez na minha vida, senti-me dura, menos capaz de rir ou chorar. Eu que sempre me recusei a endurecer com a vida, sempre quis ver tudo cor de rosa. E nunca endureci e sempre vi tudo cor de rosa. Agora já não consigo.
Hoje para mim o Mundo é menos brilhante, menos nítido, menos alegre.
Será que isto passa e eu vou voltar a dar gargalhadas sonoras, ou é um processo irreversível e eu nunca mais vou ser "fofinha"?

Agradecimentos

Há taaaaaanto tempo que tenho este blog e ainda não agradeci a quem de direito por me ter dado o nome. Obrigada M. e D. por acharem que eu faço "mimimi" quando falo. E obrigada por me terem agraciado com este petit nom amoroso e jeitoso para o blog.
A parte das Amoras vem do nosso tão estimado Tomás Taveira. Não por alguma vez ele me ter conhecido (ufa!!!!!!) mas por ter feito o meu centro comercial preferido: as Amoreiras.

Então, Mimi da parte do coração, Amoras da parte do consumismo.

Dúvida

Desde que tenho o blog (há dois minutos, mais ou menos...) que me tenho colocado a questão de dar o não o endereço aos do meu coração.
O dilema coloca-se essencialmente porque este blog sou mesmo eu. Não é a filha, não é a mãe, não é a amiga nem a "coisa, sei lá". Porque a "Eu blogger" não é igual à "Eu filha" nem à "Eu mãe" (pareço um jogador da bola, a falar na 3ª pessoa!).
Não é que a esquizofrenia me tenha atacado, mas eu sei que mudo de registo (melhor fora!) consoante as situações. Se estou no trabalho falo mais pausadamente e nunca, mas nunca, ponho as mãos na cintura. Se estou com o meu filho pequeno, falo mamãzês, se estou com a mais velha, falo normal... Se estou no blog, estou cheia de mim, toda eu sou eu, sem filtros (ou quase, que o meu super ego ainda funciona qualquer coisa).
Pôr este blog à luz do dia, publicá-lo no Facebook ou começar a passá-lo por mail, terá sempre um de dois resultados: ou passo a filtrar muito mais o que escrevo ou as pessoas que me rodeiam ficam a saber exactamente quem eu sou e o que penso. Traduzindo para a vida real: os meus amigos continuariam a ser meus amigos e os mais ou menos fogem a correr muito depressa.
E olhem que posto assim, nem é mau. Acho que estou a chegar a uma conclusãozita ou duas...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Oh mãe...

Há dois dias estava eu numa choradeira imensa, quando a minha filha mais velha (que tem quase 13 anos) me perguntou o que se passava. Ela está habituada, porque eu sou pessoa de lágrima fácil (e sorriso fácil também, sou toda fácil!) e já não entra em pânico. Mas claro que filha é filha e a moça quis saber o motivo do choro.
Lá lhe expliquei o que era e ela, toda cheia de si, lá teceu mil e uma considerações sobre o tema e sobre a vida. Deixei-a falar, porque me dá gozo ver o mini-eu a ser gente e porque não tinha forças para a mandar calar.
E não é que a gaiata, do alto dos seus altaneiros e quase-pré-adolescentes-quase-13-anos, arrumou o assunto?!
"Oh mãe, mas se está tudo na mesma como ontem, e tu ontem não estavas a chorar, porque é que hoje estás?"
Pois, meu amor, porquê? Isto os adultos!...........

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

6 pernas, 1 coração

Gosto de ter um blog para "falar", para contar a quem (não) me lê as coisas que vou vendo na rua e me enchem o coração. Como trabalho numa das zonas mais agitadas de Lisboa, e ando de metro (não gosto!), tenho uma parafernália de coisas a acontecerem diariamente diante dos meus olhos.
Hoje foi esta.
Estava no meu cigarro matinal, antes de subir para o escritório e me afundar em mails e lágrimas (o que por si só, daria um outro post, adiante), quando vi um casal de velhinhos.
Antes de continuar, esclarecimento: as palavras são o que são e só são depreciativas para algumas cabeças. Se uma pessoa de 10 anos é nova, uma de 80 é velha. Se eu sou branca, há quem seja preto. E pronto. Simples e verdadeiro. Fim de aparte.
Então... Os velhinhos, mesmo muito velhinhos, daqueles para quem o verde na passadeira não chega para a atravessar, surgem no meu ângulo de visão. E chamaram-me a atenção por estarem muito conversadores. Ela levava a canadiana do lado esquerdo, ele do direito. Achei curioso. Complementam-se, pensei. Mas depois percebi o porquê de cada um ir apoiado de um lado. Iam de mãos dadas.
E eu, que já de mim sou a dar para o piegas, vi naquelas mãos enrugadas e cheias de artroses o meu sonho. Um dia, quando eu for muito velha, quero ter uma pessoa que me dê a mão. Mesmo que essa mão dependa de mim para atravessar uma passadeira.
Aproveito para repetir em silêncio a frase com que fechei a porta.

domingo, 11 de setembro de 2011

O Dia que Mudou o Mundo

Porque hoje é dia 11 e porque nunca mais nos vamos esquecer deste dia 11.
Que as nossa orações estejam com quem partiu e os nossos corações com quem ficou.
"God Bless America". Bem precisam.

Não sei se me deveria impressionar...

Hoje assisti a uma cena que já não se vê.
Estava eu a esplanar com a minha mãe quando a nossa atenção foi forçada a focar-se numa confusão civilizacional. O típico carro estacionado que bloqueia a saída de outro carro.
Um incauto cidadão estava a tomar o seu café e, vendo-se forçado a mover o seu bólide para deixar sair quem o desejava fazer, aproveitou para estacionar no lugar que ia vagar. Aparece então um terceiro cidadão que vendo o lugar, quis ficar com ele também. Não fosse isto o suficiente para "armar a barraca" que se previa, entra ainda em cena um jovem no seu modesto Opel Corsa, afoito a ficar com a vaga.
Isto soma, após todas as movimentações de quem saiu, três cidadãos e um único espaço, que na verdade se veio a ver que eram dois. Ou seja, dois lugares, três carros.
Para resumir a dança, o cidadão que primeiro quis estacionar não o pôde fazer porque o "terceiro cidadão" lhe impediu a manobra, estacionando num dos lugares. Aborrecido o "incauto" volta para onde estava, decidido a impedir-lhe a saída e bloqueando a restante vaga ao "Corsa".
A história acaba aqui. Indignei-me, barafustei. Se o gajo queria deixar o carro mal estacionado na mesma, pelo menos deixava estacionar o miúdo! Mas é Sábado e, já se sabe, não se perde tempo aos Sábados com divagações civilizacionais.
Mas nada disto me teria merecido tempo de antena neste espaço, não fosse a atitude final do "incauto". À saída, passou pela mesa do jovem. Dirigiu-se-lhe com educação e humildade e pediu desculpa pelo sucedido. Assumiu-se levado pela "vingança de tapar o outro", apertou-lhe a mão e entrou no carro.
Estive ali ainda tempo suficiente para saber que o senhor "incauto" pagou não só o café do "Corsa" como toda a despesa da mesa que o dito partilhava com mais três pessoas. Mas não tinha feito alarde disso.
Aqui ficam os meus respeitos pelo "incauto". Quando um senhor que tem nitidamente mais de 60 anos, pede humildemente desculpa a um miúdo que não tem mais de 20, dá-lhe uma lição de vida. E quando sai sem anunciar que lhe pagou a despesa, dá outra. Não só áquela miudagem toda, mas a mim também.
Impressionou-me a educação, a humildade, o respeito e a generosidade. Impressionou, mas não sei se deveria impressionar...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Epá, não sei...

"Senhor, a Teus pés eu confesso..." Sou uma tipa demasiado analítica. E daqui à maledicência, já se sabe, é um pulinho. Mas não consigo evitar.
Hoje, logo pela fresca, apresentei-me na pastelaria do costume onde o Sr. Alberto me serve sempre o café do costume. Estava nos meus pensamentos do costume: mails para mandar, agenda para organizar, telefonemas para fazer... O costume.
O que nunca, senhores, nunca é costume, é entrar uma donzela practicamente desnudada. Vestido de napa colado ao corpo, muito acima do joelho e quase abaixo do esterno. Sapatos azul néon, cabelo preto aos caracóis a cair pelas costas. As unhas bem tratadas, o cabelo também. Pernas bem feitas e telemóvel de última geração. Não falou, trouxeram-lhe o que não pediu por já ter pedido tantas vezes.
Não, não me chocou por ter ar de porca. Chocou-me porque se via que era uma donzela asseada, aparentemente abastada para os dias que correm, considerada na pastelaria do bairro. Chocou-me porque apesar disto tudo tinha um ar de badalhoca que só visto...
E eu, que sou moça de processos mentais intrincados, vai de telefonar a um amigo homem para me ajudar a digerir o tema. Comecei o diálogo esclarecendo que não é inveja (que sei que é logo o que as mentes diminuídas pensarão) porque quem me conhece sabe que o meu ideal de beleza oscila entre a Gisele Bundchen e a Olivia Palermo. Essas sim, esmagava-as e fazia um soro para ver se injectando no sangue me transformaria o ADN para me parecer com elas... Enfim, apartes...
Lá perguntei ao senhor (que o é de facto) que pensamentos lhe viriam à cabeça perante semelhante imagem. A resposta foi pouco surpreendente: olhava, pensava que era boa, depois que tinha ar de porca e depois que nunca na vida mulher dele andaria na rua assim vestida. E a minha pergunta seguinte foi: mas pensas primeiro que é boa ou que é porca? Resposta: "Epá, não sei... Sabes que há uma diferença entre uma mulher ser sexy ou ser porca."
Sei. E ainda bem que alguns homens também sabem.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Baby Steps

Hoje em dia pessoa que é pessoa tem um blog.
Eu não quero necessariamente ser uma pessoa (deixemos as inquietações metafísicas para outra altura) mas gostava de ter um blog. E aqui está ele. Sem acordos ortográficos e sem hipótese de não haver estrangeirismos. Todos os dias falo e escrevo em pelo menos três línguas. Estrangeirismo para mim é dizer bitoque!
Acredito que quase todas as mulheres solteiras na casa dos 30 sofram, em maior ou menor escala, de crises existenciais, sejam motivadas por sapatos ou desgostos de amor. Eu estou numa dessas fases. Por causa do desgosto de amor, que para aqui não interessa nada, a não ser para explicar a necessidade de terapia e catarse e consequente nascimento do blog.
Todos os dias de manhã leio o Público quando chego ao escritório. Às vezes perco-me nas bloguices e acho graça. Hoje descobri a Pipoca Mais Doce. O artigo onde era falada ressaltava os milhões de visitantes e um molhe de estatísticas que não achei interessantes. O que me chamou a atenção foram os comentários à notícia. "Ah e tal, a gaja é uma fútil" e "é o Portugal que temos" foram suficientes para me aguçar a curiosidade. Futilidade é comigo mesma e adoro gostar de coisas com que toda a gente implica. Vai daí, fui lá ver. E não é que a miúda é gira?! Chama-nos pequenos póneis, diz asneirada da grossa, tem alguns dos sapatos mais bonitos do Mundo e não me pareceu parva de todo.
Não fosse tudo isto o bastante para eu ter gostado de passar por lá, adorei as Vuittonzinhas e senti um chamamento bloguistíco. Pensei que se a "fútil, pirosa e de Direita" tem um blog para lavar a alma e dar cores às nossas faces macilentas, eu também posso.

Colega Pipoca, eu sou a Amoras. Mimi Amoras.